
Uma grande onda de motivação para contribuir com a educação. Foi assim o lançamento do Concurso Tempos de Escola, parte do projeto Parceria Votorantim pela Educação.
O encontro reuniu diretores e professores das redes de ensino pública e privada de Niquelândia, além de representantes da Secretaria municipal de Educação de Niquelândia, incluindo a secretária Rejane Rocha e aconteceu na última sexta-feira, 10 de julho, às 19h, no Espaço Laços Eventos.


Na ocasião, a Votorantim Metais apresentou o projeto Parceria Votorantim pela Educação, mostrando o objetivo da empresa em melhorar a qualidade da educação do município de forma a aumentar um dos principais indicadores do Ministério da Educação, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – IDEB.
Para isso, a Votorantim Metais quer mobilizar escolas e parceiros para se tornarem agentes neste processo de mudança. A ideia é colocar a Educação no centro das discussões, motivando pais, escolas, igrejas, imprensa e toda a sociedade a valorizem o ensino de qualidade.
Durante o lançamento, o psicólogo organizacional da VM, Roberto Silva, realizou dinâmicas de integração e sensibilização com os participantes, fazendo-os relembrarem seus tempos de escola e trazerem a tona sentimentos importantes na formação do indivíduo. Para ele, resgatar sensações do tempo de escola faz com que os professores se coloquem no lugar de seus alunos, o que melhora a empatia na relação aluno/educador.
“O Projeto Parceria Votorantim pela Educação tem como base o trabalho conjunto desses dois personagens importantes no contexto escolar, gerar empatia mutua é fundamental para que se impliquem no projeto. Por isso, procurei nesse trabalho fazê-los reviver sensações do tempo de escola numa “viagem” vinda até as sensações atuais. Esse processo coloca em foco as conquistas desses profissionais e os valoriza”, reforça o psicólogo.
Outro ponto importante da realização de dinâmicas, segundo Roberto Silva, é que o ser humano só se envolve verdadeiramente com as coisas que o mobilizam não apenas no campo racional, mas também no campo emocional. A professora Nivelci Soares, da Escola Municipal Padre Valentim, concorda e diz que se emocionou ao lembrar de quando foi alfabetizada. “Lembro que na Alfabetização a gente fazia aquele coral bem alto, que ecoava na escola inteira: A, E, I, O, U. Isso ficou marcado na minha vida”.
“Foi uma experiência muito enriquecedora e produtiva. Tivemos uma participação efetiva dos presentes que conseguiram interagir de modo construtivo, onde a soma de conteúdos individuais dos participantes formou um resultado coletivo, com interferências diretas do individual para o coletivo e vice versa”, concluiu o psicólogo.
Fonte: Boletim Entre Nós – Unidade Niquelândia
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